Inexistência de Culpados: O Ministro argumentou que os desastres climáticos são um desafio global que "desafia todos os Estados do mundo", rejeitando a atribuição de culpas ao Executivo pela magnitude dos danos.
Adaptação vs. Oposição: Impissa defendeu que a responsabilidade do Estado é a adaptação às imposições climáticas, e não a tentativa de as travar.
Plano Global de Reconstrução 2026: O Governo está a finalizar um plano estrutural para alinhar o socorro imediato com a reconstrução de longo prazo.
Metas de Engenharia e Logística
Para mitigar danos futuros e repor a normalidade, o plano inclui metas específicas de infraestrutura:
Hidráulica: Reabilitação de 5 barragens estratégicas (incluindo Pequenos Libombos e Massingir) e reparação de diques e redes de monitoria.
Estradas e Pontes: Recuperação de quase 5.700 km de estradas, 16 pontes e cerca de 100 aquedutos.
Ferrovia: Manutenção e reabilitação de 684 km de linhas férreas afetadas pelas chuvas e cheias.
Contexto Político
A intervenção surge como uma resposta direta às críticas sobre a capacidade de resposta do Estado moçambicano perante a recorrência de calamidades naturais, posicionando Moçambique como uma vítima de um fenómeno global inevitável, mas com um plano de engenharia robusto para a recuperação.

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