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LAM afasta-se de processos de corrupção e garante normalidade na reestruturação

A Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) demarcou-se dos processos judiciais instaurados por suspeitas de corrupção na empresa, que culminaram, esta quinta-feira (26), na detenção do antigo director-geral da transportadora, Pó Jorge, e de mais três antigos gestores.

Em comunicado, a companhia aérea esclarece que as investigações em curso dizem respeito a períodos anteriores à actual gestão e garante que o processo de reestruturação da empresa decorre com normalidade, em conformidade com os planos e prazos definidos.

“A Linhas Aéreas de Moçambique está a acompanhar, com a devida atenção, a evolução dos processos actualmente em investigação pelo Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC), colaborando, no que lhe compete, com as autoridades competentes”, refere a nota.

A transportadora sublinha ainda que, apesar dos processos em curso, a empresa mantém-se estável e continua a operar normalmente, assegurando a continuidade dos seus serviços com segurança e compromisso para com os passageiros e parceiros.

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