O documento confidencial foi entregue no dia 12 de Junho de 2026 aos rostos que supervisionam a revitalização da empresa: o Ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, e os presidentes dos Conselhos de Administração da HCB, CFM e EMOSE.
O que esconde o relatório?
O CDD bate o pé e afirma que não há qualquer razão de interesse público para manter o relatório sob segredo. O rastilho de pólvora está no conteúdo da auditoria, que aponta para um cenário de autêntico caos de gestão na LAM:
Falhas graves de governação e fragilidades profundas no controlo interno;
Irregularidades em procedimentos de aquisição de bens e serviços;
Indícios criminais: Possíveis responsabilidades administrativas, financeiras e criminais ligadas diretamente à aquisição e aluguer de aeronaves.
O Impacto: Por envolver a gestão de recursos públicos e carregar um impacto financeiro brutal para os cofres do Estado moçambicano, a organização da sociedade civil defende que esconder o documento viola o direito à informação dos cidadãos.