“Lamento profundamente as calamidades no país nesta época chuvosa. Contem com a Fundação Rotary, que é um braço de apoio financeiro aos projectos comunitários, para apoiar Moçambique no que for preciso”, disse, citado pela Televisão de Moçambique.
Francesco Arezzo adiantou ainda que pretende, a partir de agora, abrir um novo capítulo nas relações entre a Fundação Rotary e Moçambique, considerando que o país tem sido pouco visitado pelas anteriores lideranças da instituição.
“Não é muito comum os presidentes da Fundação visitarem Moçambique e eu pretendo fazer com que isso mude, para que mais presidentes da Rotary, a nível internacional, também se lembrem de Moçambique, passem a visitar e a acompanhar mais de perto os projectos desenvolvidos no país, porque temos muitos bons clubes a realizar um trabalho relevante e a criar impacto directo nas comunidades. É preciso estar próximo para poder acompanhar e compreender melhor o trabalho desses grupos”, referiu.
Entretanto, até esta sexta-feira, o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) contabilizava 150 óbitos, 844.302 pessoas afectadas e 11 desaparecidos, em consequência das cheias e inundações no país.

Postar um comentário
Postar um comentário