provocando prejuízos avaliados em 57 milhões de meticais e colocando em risco 240 postos de trabalho.

Do total de 130 hectares disponíveis para a produção de banana, 50 hectares foram considerados irreparáveis, 60 poderão ser recuperados num período entre oito e doze meses e apenas 20 hectares resistiram às inundações.

Segundo dados citados pelo jornal Notícias, os prejuízos incluem 46 milhões de meticais pela perda da safra, quatro milhões em infra-estruturas e sete milhões em equipamentos.

Para além dos campos de produção, as cheias afectaram sistemas de irrigação, rede eléctrica, vias de acesso, câmaras frigoríficas, escritórios, residências, material de carregamento e viveiros, bem como os solos preparados para produção, que ficaram contaminados e sujeitos à erosão.

A empresa encontra-se a realizar trabalhos de limpeza com cerca de 70 trabalhadores.

Entretanto, a subsidiária Matsavu também foi afectada, tendo perdido quatro dos sete hectares de café, cerca de cinco mil mudas em viveiro e um hectare dos seis destinados à produção de macadâmia.

A Matsavu desenvolvia um projecto experimental de café de qualidade internacional, com previsão de exportação a partir de 2028 para os mercados da Inglaterra, Alemanha e Suíça.